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Entre os dias 9 e 11 de Setembro o CEA ISCTE/IUL e o CEAUP organizam
o 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7) no ISCTE/IUL em Lisboa.

Apresentação

Como olha a África o seu passado, como se vê no presente, e como imagina o futuro? Mais do que procurar saber se existiram ou existem concepções específicas africanas do tempo histórico, o CIEA7 propõe-se analisar os termos através dos quais se forma hoje um imaginário africano que, reportando-se a uma visão do passado e às dinâmicas do presente, busca construir imagens do futuro que transcendam as identidades particulares das sociedades e nações do continente, e avaliar as suas variações regionais, políticas e religiosas.

Passados cinquenta anos sobre a independência da maioria dos países africanos, o continente encara hoje um conjunto de novas possibilidades de diálogo internacional que não apenas abala fortemente os pressupostos do seu relacionamento histórico com os seus antigos países colonizadores mas a natureza e variedade intrínsecas do património cultural das suas variadas sociedades.

Urge assim confrontar as respostas inovadoras que as diversas sociedades africanas têm gerado aos desafios da mundialização comercial, política e cultural, e aos complexos cenários de crise económica, ambiental e energética que afectam toda a humanidade. Estas respostas, assim como a releitura que elas requerem do passado, estão na base de profundas recomposições identitárias que têm revelado as fragilidades das tentativas de aplicação de modelos sociais e estatais de proveniência europeia e americana.

Para os três plenários previstos, a comissão executiva considera importante definir um conjunto de temas concretos centrados nas transformações recentes da historiografia africana, na análise das dinâmicas contemporâneas dos Estados africanos, e nas percepções diversas do futuro do continente.

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Álbum de Fotos

Programa e Póster

Faça download do programa e do poster oficial do congresso:

Índice de Nomes

    Edições Anteriores

    Texto publicado originalmente em castelhano:

    Jordi Tomàs e Albert Farré, “Los congresos ibéricos de estudios africanos”, in Documentos CIDOB. Desarrollo y Cooperación; 4. Los estudios africanos en España: Balance y perspectivas, Barcelona, Março de 2009, pp.55-59.

    Após seis edições, os congressos de estudos africanos do mundo ibérico tornaram-se, sem dúvida, o principal encontro científico a reunir espanhóis e portugueses que conduzem investigação sobre África e sua diáspora. Este tipo de congresso, primeiro denominado Congresso de Estudos Africanos no Mundo Ibérico, é organizado a cada vez por um centro de estudos africanos diferente, alternando entre centros espanhóis e portugueses. Tem a particularidade de reunir especialistas das mais diversas áreas disciplinares: historiadores, economistas, antropólogos, sociólogos, filólogos, etc.

    O primeiro congresso de estudos africanos da Península Ibérica realizou-se em 1991, acolhido pelo Colegio Mayor Universitário Nuestra Señora de África, em Madrid. A ideia surgiu, sobretudo, de dois historiadores amplamente conhecidos entre os africanistas do mundo ibérico: a portuguesa Isabel Castro Henriques (professora na Universidade de Lisboa) e o catalão Ferran Iniesta (professor na Universitat de Barcelona), cuja iniciativa contou com o grande apoio de Eduardo de Sousa Ferreira, professor da Universidade Técnica de Lisboa e especialista no colonialismo português em África. O grande objectivo dos organizadores do primeiro Congresso Ibérico foi reunir africanistas de todas as comunidades da península ibérica para que dessem a conhecer os seus trabalhos de investigação sobre África.

    Nesse primeiro Congresso, combinaram-se duas linhas de estudos africanos. Uma era herdeira dos antigos estudos forjados sob os regimes totalitários de Portugal e Espanha. A outra surgiu com a nova geração de jovens investigadores, sob a batuta renovadora de Castro Henriques, Iniesta, entre outros. A primeira linha abarcava um vasto leque de sensibilidades, desde o olhar colonial ao científico. Já a partir da outra linha, jovens investigadores começaram a observar o continente africano sob um olhar diferente, caracterizado pela oposição à inércia colonial ainda existente em ambos os países. Alguns dos estudantes que ali deram a conhecer as suas investigações pela primeira vez, ensinam hoje estudos africanos em diferentes universidades. Sem dúvida, este congresso reflectiu o impulso trazido por muitos dos estudantes da cidade de Barcelona, onde pouco antes tinha sido fundado o Centre d’Estudis Africans (CEA) e onde havia sido editado o primeiro número da revista Studia Africana em 1990.

    A segunda edição do Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA) realizou-se novamente em Madrid, entre os dias 15 e 17 de Setembro de 1999, tomando como título “África hacia el siglo XXI” (“África para o século XXI”). Francisco Javier Peñas e, novamente, Ferran Iniesta dirigiram esta segunda edição do CIEA. O comité organizador do Congresso ficou a cargo da Asociación Española de Africanistas (AEA); do Agrupament perl a Recerca i Docência d’Àfrica (ARDA); da Universidade de Lisboa; do Centro de Estudos Africanos do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), também de Lisboa; e do Colegio Mayor Nuestra Señora de Africa.

    O Congresso marcou a chegada de muitos estudiosos de África vindos de diversas universidades de Madrid – com a crucial incorporação do GEA, Grupo de Estudos Africanos –, onde já se haviam consolidado as iniciativas sobre estudos africanos. Nesta ocasião publicaram-se as actas na Casa de África/Sial Ediciones, com 43 comunicações apresentadas no Congresso. Este encontro representou um avanço nas relações entre os diferentes centros ibéricos de estudos africanos. Apesar de a sede do Congresso ter sido em Madrid, a sua organização científica foi compartilhada entre diferentes centros, especialmente através da rede ARDA/RIDA. Este tipo de relação e esta forma de organização foi sendo consolidada nos sucessivos congressos, fortalecendo assim uma rede de centros africanistas cada vez mais dinâmica.

    Dois anos depois, Lisboa assumiu a organização da terceira edição entre os dias 11 e 13 de Dezembro de 2001, com o apoio de diferentes entidades públicas portuguesas (Instituto de Cooperação Portuguesa, Fundação para a Ciência e a Tecnologia) e de diferentes centros de estudos africanos (RIUEA, Rede Inter-Universitária de Estudos Africanos, e CEA-FLUL, centro de Estudos Africanos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). O Congresso, realizado na sede da Fundação Calouste Gulbenkian, teve como título “Novas relações com África: que perspectivas?”. Neste Congresso, foram apresentadas múltiplas investigações em curso. Ainda assim, uma das principais linhas de interesse radicou nas novas formas de cooperação – tomada num sentido amplo – que se podem estabelecer entre Europa e África. Isabel Castro Henriques, que dez anos antes havia impulsionado o primeiro congresso, foi directora, bem como coordenadora das Actas, que se publicaram em 2003, pela Editora Vulgata (Lisboa), contando com quase quarenta comunicações.

    Em Janeiro de 2004 chegava a vez de Barcelona. De facto, a presença de Barcelona e da Catalunha era evidente desde o primeiro congresso, em 1991. O presidente foi Ferran Iniesta que havia impulsionado os Congressos anteriores. A direcção científica ficou a cargo de Alberto López Bargados (professor na Universitat de Barcelona) e de Albert Roca (professor na Universitat de Lleida), enquanto a coordenação foi levada a cabo por Jordi Benet, Joan Gimeno e Jordi Tomàs. O Congresso foi organizado por LISA (Laboratori per a la Investigació de les Societats Africanes) e pela Generalitat de Catalunya. ARDA/RIDA ficou encarregue da direcção científica. Seguindo na linha dos congressos precedentes, a quarta edição do Congresso Ibérico de Estudos Africanos centrou o seu interesse nos valores africanos e tentou rebater e oferecer alternativas à tendência afro-pessimista que havia ganho importância desde há algumas décadas em centros de opinião conceituados que se dedicam ao continente africano. Por esta razão, intitulou-se o congresso de “Africa camina” (“África caminha”). O Congresso, que foi complementado por várias actividades paralelas (ciclo de cinema de Luc de Heusch; conferências de escritores africanos; exposição de obras de arte; actividades sobre a Guiné Equatorial; etc.), recebeu o apoio de mais de trinta instituições públicas, entidades ou empresas vinculadas ao continente africano. Entre público e oradores estiveram cerca de quatrocentos participantes, vindos de mais de cinquenta países, entre os quais havia uma ampla presença de estudiosos e políticos africanos. Nas Actas do Congresso publicaram-se, em versão digital, mais de sessenta comunicações.

    Dois anos depois, em Maio de 2006, foi a vez de uma universidade portuguesa: o 5º Congresso de Estudos Africanos do Mundo Ibérico foi organizado pela Universidade da Beira Interior, na Covilhã. Reuniu mais de uma centena de especialistas em temas africanos. O Congresso teve o patrocínio de várias entidades como a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), ou a Fundação Calouste Gulbenkian. Houve uma forte presença de oradores originários de países africanos de língua portuguesa – Moçambique, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Cabo-Verde. O Congresso foi dirigido pelo Dr. José Carlos Venâncio e coordenado por Ana Lúcia Sá. As actas surgiram em 2008, em formato digital, e contaram com mais de quarenta comunicações. O Congresso da Covilhã – tal como havia sucedido com o de Barcelona – significou uma descentralização dos congressos de estudos africanos, dando lugar à entrada em cena de universidades e de centros de estudos africanos situados fora das duas capitais estatais do mundo ibérico. Significou, também, o fortalecimento das relações académicas entre várias gerações de investigadores espanhóis e portugueses.

    Em Maio de 2008 foi a vez de Las Palmas de Gran Canaria, cidade onde existe um centro de estudos africanos assim como a sede de La Casa África (A Casa de África), inaugurada em 2007. O congresso foi organizado pela Universidade de las Palmas de Gran Canaria com o apoio do Cabildo de Gran Canaria – Dirección General de Relaciones con África e La Casa África. O Congresso contou com a participação de mais de uma dezena de instituições e entidades públicas e privadas. Dirigido por Germán Santana Pérez, o secretariado esteve a cargo de Luísa Toledo, e a comissão organizadora foi completada por Juan Manuel Brito, Juan Jaime Martínez, Albert Farré e Jordi Tomàs. Como acontecera nos congressos anteriores, este contou com uma grande comissão científica, de cerca de vinte especialistas representantes da maior parte dos centros de estudos africanos de Espanha e Portugal. O congresso, intitulado “Africa: puentes, conexiones e intercambios”, dedicou especial atenção à especificidade insular africana, assim como a questões que cada vez mais definem a relação entre as ilhas Canárias e o continente africano: as relações comerciais e a imigração. O evento contou com a presença de quase duzentas pessoas.

    Conferências e Sessões Plenárias

    Conferências

    O Ocidente tem o monopólio da modernidade?
    9/09 | Grande Auditório: 11.00

    Aminata Traoré

    A violação do imaginário que consiste em estender ao outro um espelho que lhe reenvie uma imagem a qual, em última instância, determina as suas “escolhas” e seus comportamentos, tem sido uma das armas de conquista e dominação dos povos do sul. A independência deveria ter-nos permitido romper com esta situação e libertar a criatividade política, social e artística dos colonizados que éramos na construção do nosso país. Contudo, estamos longe disso, aprisionados pelo mito da modernidade que conduziu ao empobrecimento da grande maioria dos homens e mulheres africanos, à ruptura dos laços sociais, à destruição do meio ambiente e à migração forçada. É tempo de reclamar uma modernidade africana, que nos reconcilie com nós mesmos, com o nosso meio ambiente e com o mundo.

    Aminata Traore, escritora e política maliana, é a coordenadora do Forum pour un autre Mali (FORAM) e a directora do Centro Amadou Hampaté Bâ (CAHBA). Foi Ministra da Cultura e do Turismo do Mali de 1997 a 2000, consultora do PNUD, da UNESCO e da OIT e membro da Comissão de Organização do Fórum Mundial Policêntrico de Bamako (Janeiro de 2006). Actualmente, Aminata Traore é membro do Tribunal Russel para a Palestina. Foi receptora do prémio Príncipe Klaus para a Cultura (Países Baixos) em 2004 e recebeu numerosas distinções no Mali. Escritora e ensaísta, é a autora de: L’étau (l’Afrique dans un monde sans frontières), Actes Sud, 1999, Mille tisserands en quête d’avenir, EDIM, 1999, Le viol de l’imaginaire, Actes Sud/Fayard, 2001, Lettre au Président des français à propos de la Côte d’Ivoire et de l’Afrique en général, Fayard, 2005, L’Afrique humiliée, Fayard, 2008. Mais informação em: http://fr.wikipedia.org/wiki/Amina...; http://www.centre-cahba-bamako.org; http://www.foram-forum-mali.org.

    Os tempos da modernidade: Saber e lacunas epistemológicas nos Estudos Africanos
    11/09 | Grande Auditório: 17.30

    Elísio Macamo

    Um dos maiores desafios na conceitualização da noção de modernidade no campo de estudos africanos reside na identificação do papel exacto desempenhado pela sua dimensão temporal. Alguns mal-entendidos entre africanos e africanistas e algumas derrapagens analíticas nos estudos africanos podem ser melhor entendidas com recurso à questão temporal como desafio conceitual. O objectivo da conferência é, portanto, discutir o papel do tempo na constituição da modernidade em África bem como nas condições de possibilidade do conhecimento sobre a África. Esta constituição é entendida, empiricamente, como processo de estruturação do quotidiano e, teoricamente, como economia política do conhecimento.

    Elísio Macamo, de nacionalidade moçambicana, é professor de estudos africanos na Universidade de Basileia, na Suíça. Formou-se em sociologia pela University of North London na Inglaterra. Tem doutoramento em sociologia e antropologia social e agregação em sociologia geral pela Universidade de Bayreuth na Alemanha. É membro do comité científico do Conselho Africano para o Desenvolvimento de Ciências Sociais com sede em Dakar, no Senegal, e co-editor da African Sociological Review. As suas áreas de pesquisa incluem o risco e os desastres, a religião, a tecnologia e processos de desenvolvimento. Os seus interesses teóricos estão virados para a sociologia do conhecimento e sua relevância para a metodologia das ciências sociais. Mais informações incluindo bibliografia em http://zasb.unibas.ch/ab....

    Sessões Plenárias

    ensino e investigação entre europa e áfrica: que cooperação?
    9/09 | B104: 17.30

    Moderação: Ana Bénard, CEA-IUL
    Com: Prof. Doutor Augusto Manuel Correia, IPAD; Doutora Margarida Abecassis, FCG; Prof. Doutor Carlos Cardoso, CODESRIA; Prof. Doutor Manuel João Ramos, AEGIS; D. Rafael Hernandéz, Vice-Reitor UCM; Prof. Doutor Albert Roca Álvarez, ARDA, UdL; Prof. Doutor Paulo Telles de Freitas, IMVF

    Numa altura em que as redes de cooperação internacional são vitais para a investigação e ensino, que progressos têm sido realizados pelas instituições europeias e africanas? Nesta sessão lança-se o debate partindo das experiências bem sucedidas das redes de investigação em Africa e sobre Estudos Africanos na Europa.

    que futuro para as relações europa-áfrica?
    10/09 | Grande Auditório: 11.30

    Coordenação: Prof. Doutor Fernando Jorge Cardoso, IEEI/EARN
    Com: Prof. Doutor João Gomes Cravinho, SENEC; Eng. Domingos Simões Pereira, CPLP; D. Luis Padilla, Casa África; Victor Ângelo, antigo Representante Especial da ONU; Prof. Doutor André Corsino Tolentino, Instituto da África Ocidental

    A relação entre Africa e a Europa passou da desigualdade entre intervenientes à cooperação entre parceiros, advogada por todos mas raramente efectiva. Na actualidade questiona-se o papel central que os países europeus tiveram relativamente aos seus congéneres africanos. Num futuro próximo estas relações vão perder o seu peso relativo num mundo globalizado em que a sobre-representação europeia nas instâncias internacionais é contestada. Neste contexto, em que múltiplos actores políticos se reposicionam, que futuro se perspectiva entre os países europeus e africanos?

    Mesa Redonda

    The Portuguese Exception?
    11/09 | B102, piso 1 do Edifício II: 11.00

    Organização: Maciel Santos e Alexander Keese, CEAUP
    Com: Aurora Santos, IHC-UNL; Natalia Umbelina, CEMAf; Elsa González Aimé, UAM

    As antigas colónias portuguesas tinham, nos anos de 1970 e 1980, uma trajectória especial entre os estados africanos agora independentes. A descolonização 'atrasada' de Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde tinha sujeito estes países a 15 anos de tentativas rápidas do poder colonial português para 'convencer' as populações africanas do 'seu' império, da legitimidade e dos efeitos benéficos da presença portuguesa. Do mesmo modo, as particularidades do sistema colonial português, que incluíam o contexto político autoritário na metrópole, a existência prolongada do trabalho forçado e do regime do indigenato até 1961, bem como os esforços do regime para transformar as duas colónias mais vastas em regiões de povoamento, encontravam-se em contradição com as experiências coloniais sob o domínio de outros poderes, nos anos 1940 e 1950. Não obstante estas diferenças visíveis, podemos supor que as colónias portuguesas passassem assim por um processo inteiramente diferente? Na discussão das múltiplas distinções que tinha o sistema colonial português em comparação aos outros, não poderemos também destacar elementos que eram obviamente semelhantes? E muitas das diferenças do caso português não serão antes apenas na cronologia do seu desaparecimento, uma vez que um pouco antes se tinham igualmente integrado em outros sistemas coloniais? Que lições pode o investigador da história africana tirar da comparação, e como pode esta ajudar, cinquenta anos depois do 'Ano da África', a entendermos melhor a evolução pós-colonial dos países lusófonos relativamente aos seus vizinhos africanos?

    Painéis Temáticos

    Descarregue o programa completo com o resumo de todos os painéis em PDF:

    Resumo Painéis (PDF, 508KB)

    NOTA: a programação dos painéis está sujeita a alterações de última hora.

    Lista de Painéis Temáticos

    Aceda à informação individual de cada painel na seguinte lista de ligações:

    #1 Guardianes de la Historia y de la Memoria: ‘Tradiciones’, Colecciones y otras manifestaciones (in)materiales del período colonial

    #2 O desporto nos países africanos: entre as práticas coloniais e os projectos de modernidade

    #3 Una Africa Movediza, Sociabilidad y Planificación en las Ciudades Africanas

    #4 The suffering of migrants and refugees of/in Africa and their caregivers: new models, new practices, new actors

    #5 Redes e Estratégias Familiares na África Contemporânea – Novos contextos, novas respostas?

    #6 (Counter-)Memories of colonialism: remembrance, resistance and transference in anti-colonial African narratives

    #7 Modernidades, Marginalização e Violência: estratégias de sobrevivencia e afirmação dos jovens em Cabo Verde e Guiné-Bissau

    #8 Políticas públicas em educação e formação. A colaboração entre o Estado e a sociedade civil

    #9 Islas del Atlántico Africano, Instituciones y su Proyección futura

    #10 As bibliotecas no desenvolvimento dos estudos africanos/Os estudos africanos no desenvolvimento das bibliotecas africanistas: novos problemas e novos desafios

    #11 Equidad de Genero: desarrollo y cooperación

    #13 Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe: Luta pela libertação, descolonização e construção do Estado independente

    #15 State Power betwixt and between Modernity and Tradition in Southern Africa. Decentralisation and Governance of Land and Natural Resources

    #16 Reconfigurações Políticas e Actores Sociais, em Espaços Rurais Africanos

    #17 Discursos postcoloniales entorno a África

    #18 Vidas Transnacionais: África/Península Ibérica

    #19 A dimensão social e cultural da Guerra Colonial em África: Angola, Guiné‐Bissau e Moçambique (1961‐1974)

    #20 Políticas de salud y sus implicaciones hacia África

    #21 Literaturas africanas entre tradiciones y modernidades

    #22 Migration – Food – Security. Flows, dynamics and turbulences in African agrarian societies

    #23 O poder religioso de África: devoções e emigrações africanas

    #24 Desarrollo rural

    #25 Migraciones y diaspora

    #26 Modernidades y media

    #27 Impacto da formação e cooperação ao nível do ensino superior nas dinâmicas africanas contemporâneas

    #28 State, Institutions and Market Reforms in Africa

    #29 Conflicto social y sistemas jurídicos consuetudinarios africanos: la redefinición constante de la tradición

    #30 Rum, Rumpi e Le: sob o fogo cruzado da intolerância religiosa na contemporaneidade

    #31 The Golden Jubilee (1960-2010) of Nigeria’s Independence: An Analysis of Political Leaders and Followers

    #32 Explotación de recursos naturales y desarrollo en África: ¿un nuevo reparto o maldición de los recursos?

    #34 Os Entraves à Construção e Consolidação do Estado na Guiné-Bissau

    #35 Estado e sociedades africanas perante o nexo segurança e desenvolvimento

    #36 Continuities and ruptures in the study of African contexts: a place for the history of the present

    #37 Economia urbana de subsistência: processos de organização e representação

    #38 Dilemmas of African Modernity and Their Theoretical Challenges

    #39 The role of regional and international actors in the conflict resolution process in Africa and Insights from the Horn of Africa

    #40 Pluralismo medico: perspectivas utilitarias en la interacción entre medicinas en África

    #41 Sobre la vigencia de la frontera africana: identidades locales y transciudadanías

    #42 Línguas crioulas de base portuguesa na África

    Actividades de Entrada Livre

    Exposições

    Biblioteca: piso 4, Edifício II

    Diários de Viagem: Representações gráficas de África
    Exposição de cadernos de viagem de cinco autores viajantes – Ângela Luzia, Eduardo Salavisa, Enrique Flores, Isabel Fiadeiro e Manuel João Ramos – concebida por Eduardo Salavisa, com o apoio de SID – Serviços de Informação e Documentação/ISCTE-IUL e CEA-IUL.

    Arqueologia de quotidianos africanos I
    Exposição de objectos vários, de uso no dia-a-dia, de proveniências e utilidade diversas, emprestados por investigadores e colaboradores do CEA-IUL. Iniciativa da BCEA – Biblioteca Central de Estudos Africanos, com apoio de SID – Serviços de Informação e Documentação/ISCTE-IUL.

    Espaço de exposições B0: piso 0, Edifício II

    O Grande Salto (original fr., Le Grand Saut)
    Generosamente cedida pelo Centre Amadou Hampâté Bá, esta exposição de pintura que narra os passos da migração falhada de seis jovens malianos, repatriados por Marrocos na fronteira magrebina da Europa. Dramane Bouare, Samakoun Bembele, Ousmane Keita, Adama Sissoko, Mohamed Sissoko e Ibrahim Traoré assinam estes quadros que são testemunhos daquela experiência dramática e veículos de reconciliação pessoal com as memórias dessa experiência. São também os frutos de um projecto da Assssociation Retour-Travail-Dignité (ARTD) criada no Mali, em 2005, por iniciativa de Aminata Traoré.

    Sala C104: piso 1, Edifício II

    O Triângulo das Artes
    Exposição itinerante de pintura, em que dialogam transatlanticamente vários artistas do mundo lusófono. Organizada com a colaboração da Cooperativa de Ensino e Arte-Escola Afro-Luso-Brasileira, ONGD com sede em Coimbra.

    Identidades
    Projecto de expressão plástica, composto por uma instalação com esculturas multiformes em arame e outros materiais, que retratam fragmentos da vida em África, reflectindo imagens construídas em torno da identidade africana. Concebido para o CIEA 7 por Cibelo (Fernando Morais), em diálogo com:

    África, memórias contestadas
    Projecção multimédia elaborada a partir de entrevistas realizadas pelos alunos do 1º ano do curso de Antropologia do ISCTE-IUL, no âmbito da Unidade Curricular Mapas Etnográficos 2: África, a partir do desafio lançado pelo Professor Doutor Manuel João Ramos. Este projecto reúne imagens e sentidos sobre África, reflexos de experiências e memórias de quem cruzou trajectos pessoais entre África e Portugal. Concebida para o CIEA 7 por Ana Real, Fernando Morais e Maria de Lurdes Semedo.

    vimeo Parte 1
    http://www.youtube.com/watch?v=ZlTFFh207aw

    Parte 2
    http://www.youtube.com/watch?v=7-zzJGi_oug

    Parte 3
    http://www.youtube.com/watch?v=MxOj9qCsXDA

    Feira do Livro

    9-11 Setembro | 9.30-18.30 | C103: piso 1, Edifício II

    Apresentação de editores e publicações sobre contextos africanos,
    a decorrer durante os três dias do Congresso.

    Participantes: CEA-IUL, CEAUP, IPAD, ICS, CEIBA, Livraria Letra Livre, Livraria Histórica e Ultramarina, Iberian Books, James Currey Publishers, Berghan Books, Gazelle, Africa World Press/Red Sea Press, Ayebia.

    Encontro com os autores | 10 de Setembro

    Turismo em Meio Insular Africano
    Brígida Rocha Brito et al., Ed. Gerpress e Centro de Estudos Africanos

    Vozes do Universo Rural. Reescrevendo o Estado em África
    Fernando Florêncio et al., Ed. Gerpress e Centro de Estudos Africanos

    Provérbios
    Amélia Arlete Mingas (org.), Cole(c)tânea de Literatura Oral, Inst. Internacional da Língua Portuguesa

    Adivinhas
    Amélia Arlete Mingas (org.), Cole(c)tânea de Literatura Oral, Inst. Internacional da Língua Portuguesa

    Moçambique. Memórias sociais de ontem, dilemmas politicos de hoje
    Vítor Alexandre Lourenço, Ed. Gerpress e Centro de Estudos Africanos

    Youth and Modernity in Africa
    Cadernos de Estudos Africanos, n. 18/19, Coordenado por Lorenzo I. Bordonaro e Clara Carvalho. Julho 2009 – Junho 2010, Centro de Estudos Africanos

    Secesionismo en África
    Jordi Tomàs (ed.), Ediciones Bellaterra (Barcelona)

    Feira de Projectos

    10.30-13.00 | B201: piso 2, Edifício II

    Integrada no programa do 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos, a Feira de Projectos será um espaço de apresentação e divulgação de actividades e projectos de associações, artistas e colectividades africanas e da diáspora. Num formato dinâmico e informal, cada projecto terá cinco minutos para uma breve apresentação, suportada por imagens projectadas em simultâneo.

    Participantes

    Mostra de Documentários

    10 Setembro | a partir das 15.00 | Grande Auditório: Piso 1, Edifício II

    15.00h – 16.00h: Help Images:

    Dja dja non, Médicos do Mundo (MdM) em São Tomé e Príncipe, 21’ 11’’; Carta da Daniela, Ajuda Médica Internacional (AMI) em São Tomé e Príncipe, 9’ 15’’; Aventura solidária, Ajuda Médica Internacional (AMI) no Senegal, 4‘ 46’’; Vulnerable Voices, International Alert (IA) em São Tomé e Príncipe, 13’ 15’’.

    vimeo Dja dja non
    http://www.vimeo.com/channels/100020#2180502
    vimeo Carta da Daniela
    http://www.vimeo.com/channels/100020#11629450
    vimeo Aventura solidária
    http://www.vimeo.com/channels/100020#11686441
    vimeo Vulnerable Voices
    http://www.vimeo.com/channels/100020#2927489

    16.30h – 17.15h: Cuma qui bu na mansi? Directed by Patrícia Pedrosa (Guiné-Bissau, 2008). 25’27’’.

    Cuma qui bu na mansi?” means, freely translated, how do you feel at sunrise? How do you wake up?. This question is related to the economy of subsistence that affects the families of the main characters of the film: Helena's family and Sunai and Safi's family. Sunai, a woman in his nearly 40 years old, says at the end of the film that she can't be happy. And she can't because everyday she wakes up thinking: How will manage to feed my children today? Her dream is to wake up one day without this kind of worries in mind. The main idea that axes the film is the hard daily life of these families, their everyday fight to survive.

    vimeo Cuma qui bu na mansi?
    http://video.google.com/videoplay?docid=205253...

    17.30h – 18.45h: Waalo Waalo, Directed by Ricardo Silva and Ricardo Falcão (Portugal, 2009). 75’.

    Filmed in 2008 and built up during 2009, Waalo Waalo set its lenses on the region of Sahel, in the North of Senegal, about the daily life of a village nearby an important lake, Lac de Guiers, where issues related to the access to potable water as well as some questions related to migratory processes are raised. The name Waalo Waalo symbolizes the people that inhabit this area, which before colonial times was the kingdom of Waalo, a name that has endured despite the disintegration of the social structures.

    vimeo Waalo Waalo
    http://www.novamov.com/video/zp4muni23909l

    19.30h – 22.00h: Bab Sebta, Directed by Frederico Lobo and Pedro Pinho (Portugal, 2008) 110’.

    Documentary film directed by F. Lobo and P. Pinho, and produced by Luisa Homem, awarded at FID Marseille (France, 2008), at DocLisboa (Portugal, 2008) and at ForumDoc Belo Horizonte (Brasil, 2009). “Bab Sebta” means in Arabic the door of Ceuta and it is the narrow passage in the frontier between Morocco and Ceuta. This is the last obstacle for those who come from all over Africa to arrive to Europe. The film visits four cities, looking for the rituals of the awaiting and the voices of those travelers.

    vimeo Bab Sebta
    http://video.google.com/videoplay?docid=-92199...

     

    Inscrição

    As inscrições realizam-se no secretariado permanente do congresso.

    Calendário

    Fase 1: De 10 de Maio a 14 de Julho

    Fase 2: 15 de Julho a 20 de Agosto – acresce 30,00€

    Inscrição tardia: depois de 20 de Agosto – acresce 60,00€ ao valor inicial

    Taxas de Inscrição

    À excepção dos casos em que a participação está isenta de taxa, o processo de inscrição só estará concluído após comprovação do pagamento. Por isso, as seguintes fases e respectivos valores são válidos para o momento em que é efectuado o pagamento.

    Tipo de inscrição Fase 1 Fase 2 Tardia
    A - Coordenador de painel isento isento isento
    B - Orador 50,00€ 80,00€ 110,00€
    C - Estudantes/investigadores africanos 35,00€ 35,00€ 35,00€
    D - Estudantes 35,00€ 65,00€ 95,00€
    E - Outros 80,00€ 110,00€ 140,00€

    ATENÇÃO - ao proceder à sua inscrição no CIEA7, tenha em atenção o seguinte:

    1. O valor da inscrição inclui:

      • almoços para os 3 dias do Congresso
      • saco com materiais CIEA7

      No caso de alguma restrição alimentar, por favor informe o secretariado do Congresso através deste endereço: vii.congresso.estudos.africanos@gmail.com.

    2. Os coordenadores de painéis temáticos estão isentos de taxa de participação. Devem, ainda assim, completar o processo de inscrição.

    3. Participantes com comunicação aceite (oradores):

      • Não africanos e não estudantes, categoria B;
      • Residentes e/ou cidadãos de países africanos, categoria C;
      • Alunos do ensino superior, ver ponto seguinte.

    4. Todos os participantes, com ou sem comunicação, que estejam matriculados em programas de licenciatura, mestrado ou doutoramento, têm direito ao desconto para estudantes (categoria D).

    5. No caso de múltipla participação:

      • Coordenadores que sejam também oradores e/ou coordenem dois painéis estão isentos de taxa. Na ficha de inscrição devem indicar todas as formas de participação;
      • Oradores que apresentem comunicações em duas sessão pagam apenas uma taxa. Na ficha de inscrição devem indicar os dois painéis em que participam.

    6. Participantes sem comunicação (audiência) cabem nas categorias C, D ou E.

     

    Alojamento

    Preços especiais para participantes, ao abrigo de acordo estabelecido com o 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos. Uma vez que Setembro é ainda época alta para o turismo de Lisboa, aconselhamos que a reserva seja feita antes de Agosto.

    Hotéis

    Hotel Gat Rossio

    http://www.gatroomspt.com/en/hotel-gat-rossio/h4/

    Capacidade: Lotado para os 3 dias do congresso

    Preços
    Individual: €65,00 a €70,00 (inclui pequeno-almoço)
    Duplo: €75,00 a €80,00 (inclui pequeno-almoço)

    Rua Jardim do Regedor, nº27-35/Travessa do Forno, nº9-13, Lisboa
    Tel.: +351 213478300
    hotelgatrossio@gatrooms.com

    Obs.: as reservas são feitas por e-mail, referindo a participação no 7º Congresso de Estudos Africanos. Os preços mínimos correspondem a reservas sem reembolso; os máximos referem preços com possibilidade de reembolso, em caso de desistência até 24h antes da chegada.

    Acessibilidades:
    Metro Restauradores, linha azul até Marquês de Pombal; Marquês de Pombal trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

    ****SANA Metropolitan

    http://www.sanahotels.com

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Ocupação single: €74,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
    Ocupação dupla: €79,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)

    Rua Soeiro Pereira Gomes, Parcela 2, 1600-198 Lisboa
    Tel.: +351 217982502
    E-mail: ge.metropolitan@sanahotels.com

    Obs.: Os participantes deverão contactar directamente o Hotel, para efectuarem a sua reserva. O Hotel providencia formulários de registo que deverão ser enviados para o departamento de grupos do Hotel, sujeitos a disponibilidade.

    Acessibilidades:
    A pé, cerca de 15 minutos.

    Hotel Embaixador

    www.hotelembaixadorlisboa.com

    Capacidade: Lotado para os 3 dias do congresso

    Preços
    Quarto individual: €56,00/noite/quarto (inclui pequeno-almoço)
    Quarto duplo: €62,00/noite/quarto (inclui pequeno-almoço)

    Av. Duque de Loulé, 73, 1050-088 Lisboa
    Tel.: +351 213194000
    E-mail: reservas@hotelembaixador.com

    Obs.: as reservas são feitas por e-mail, referindo a participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos. O pagamento é directo ao Hotel e as reservas são garantidas com cartão de crédito.

    Acessibilidades:
    Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

    Radisson Blu Hotel Lisboa

    http://www.radissonblu.com/hotel-lisbon

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Single: €85,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
    Duplo: €95,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)

    Avenida Marechal Craveiro Lopes 390, 1749-009 Lisboa
    Tel.: +351 210046046
    E-mail: csilva@grupo-continental.com, clara@grupo-continental.com, susanafigueiredo@continentalhotels.eu

    Obs.: as reservas são feitas por e-mail, referindo a participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos. Será facultado um formulário que, depois de preenchido, deverá ser enviado para o departamento de vendas do hotel. Será também pedido um cartão de crédito, para garantir a reserva.

    Acessibilidades:
    A pé, cerca de 25 minutos.
    Metro Campo Grande, linha amarela – saída Entrecampos

    ****Hotel Lutécia

    http://www.luteciahotel.com

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Quarto City Single BB: €60,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
    Quarto City Duplo BB: €70,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
    Cama extra: €30,00

    Avenida Frei Miguel Contreiras, n.52, 1749-086 Lisboa
    Tel.: +351 218411300
    E-mail: sales@luteciahotel.com

    Obs.:

    • As reservas são feitas on-line: www.luteciahotel.com
    • No campo reservas colocar a data pretendida (datas com tarifa especial 9/10 Setembro)
    • No campo “IATA”, colocar o código especial criado para o Congresso: CIEA72010
    • Efectuar a reserva.

    Acessibilidades:
    A pé, cerca de 30 minutos.
    Metro Roma, linha verde até Alameda;  em Alameda trocar para linha vermelha até Saldanha; Saldanha trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

    América Diamond’s Hotel

    http://www.americadiamondshotel.com/

    Capacidade: Lotado para os 3 dias do congresso

    Preços
    Individual: €60,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)
    Duplo: €70,00/quarto/noite (inclui pequeno-almoço)

    Rua Tomás Ribeiro 47, 1050-226 Lisboa
    Tel.: +351 213521177
    E-mail: comercial@americadiamondshotel.com

    Obs.: as reservas são feitas por e-mail, fornecendo a referência “ISCTE TARIFF” e o número do cartão de crédito, para garantia.

    Acessibilidades:
    Metro Picoas, linha amarela – saída Entrecampos.

    Grupo Hotéis VIP

    http://viphotels.com

    As reservas são feitas por e-mail, fornecendo as seguintes informações:

    ****VIP Executive Villa Rica

    http://www.viphotels.com/en/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveVillaRica/OHotel.aspx

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Individual: €80,00 (inclui pequeno-almoço)
    Duplo/twin: €90,00 (inclui pequeno-almoço)

    Avenida 5 de Outubro, 295, 1600-035 Lisboa
    Tel.: +351 210043000
    E-mail: hotelvillarica@viphotels.com

    Acessibilidades:
    A pé, cerca de 10 minutos.

    ****VIP Executive Madrid

    http://www.viphotels.com/en/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveMadrid/OHotel.aspx

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Single: €60,00 (inclui pequeno-almoço)
    Duplo/twin: €70,00 (inclui pequeno-almoço)

    Rua Conde Redondo, 24, 1150-106 Lisboa
    Tel.: +351 213191760
    E-mail: hotelmadrid@viphotels.com

    Acessibilidades:
    Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

    ****VIP Executive Diplomático

    http://www.viphotels.com/en/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveDiplomatico/OHotel.aspx

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Single: €72,00 (inclui pequeno-almoço)
    Duplo/twin: €79,00 (inclui pequeno-almoço)

    Rua Castilho, nº74, 1250-071 Lisboa
    Tel.: +351 213839020
    E-mail: hoteldiplomatico@viphotels.com

    Acessibilidades:
    Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

    ***Hotel VIP Executive Zurique

    http://www.viphotels.com/pt/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveZurique/OHotel.aspx

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Individual: €65,00 (inclui pequeno-almoço)
    Duplo/twin: €70,00 (inclui pequeno-almoço)

    Rua Ivone Silva, nº18, 1050-124 Lisboa
    Tel.: +351 217814000

    Acessibilidades:
    A pé, cerca de 20 minutos.

    ****Aparthotel VIP Executive Suites do Marquês

    http://www.viphotels.com/pt/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveSuitesMarques/OHotel.aspx

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Estúdio (individual): €63,00 (inclui pequeno-almoço)
    Estúdio (duplo/twin): €73,00 (inclui pequeno-almoço)

    Av. Duque de Loulé, 45, 1050-086 Lisboa
    Tel.: +351 213510480
    E-mail: suitesdomarques@viphotels.com

    Acessibilidades:
    Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

    ***VIP Executive Barcelona

    http://www.viphotels.com/pt/Hoteis/VipExecutive/VipExecutiveBarcelona/OHotel.aspx

    Capacidade: Reservas estão dependentes da disponibilidade do hotel

    Preços
    Single: €70,00 (inclui pequeno-almoço)
    Duplo/twin: €78,50 (inclui pequeno-almoço)

    Rua Laura Alves, 10, 1050-138 Lisboa
    Tel.: +351 217954273
    E-mail: hotelbarcelona@viphotels.com

    Acessibilidades:
    A pé, cerca de 20 minutos.
    Metro Campo Pequeno, linha amarela – saída Entrecampos.

    Hostels

    Lisboa é conhecida pelos seus hostels de elevada qualidade, aos quais têm sido atribuídos vários prémios internacionais. Antes de fazer a sua reserva, tenha em atenção que os hóspedes partilham, na maior parte das vezes, dormitórios e casas de banho. Mais uma vez, recomendamos que faça a sua reserva antes de Agosto, pois Setembro é ainda época alta, também para os hostels lisboetas.

    Shiado Hostel

    http://www.shiadohostel.com/

    Preços: entre 21,00€ e 60,00€ - oferta 10% de desconto para participantes do Congresso
    Capacidade: 36 camas
    Rua Anchieta 5 – 3, 1200-023 Lisbon
    Tel +351 213429227
    Shiado.hostel@gmail.com

    Obs.: as reservas são feitas on-line, escrevendo nas notas "7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos - 10% desconto". Alternativamente, podem ser feitas por e-mail, o que implica um depósito no valor da primeira noite, como garantia.

    Acessibilidades:
    Metro Baixa-Chiado, linha azul até Marquês de Pombal; Marquês de Pombal trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

    Alfama Pátio Hostel

    www.flashhostel.com

    Preços: €17,00/pessoa/noite
    Capacidade: 40-45 camas

    Escolas Gerais, 3, Pátio dos Quintalinhos 1, 1100-213 Lisbon
    tel/fax 00351 21 888 3127
    alfamapatio@flashhostel.com

    Obs.: A reserva deve ser feita por e-mail, mencionando participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7), para que seja confirmada a disponibilidade de quartos. Serão também pedidos dados do cartão de crédito, para pagamento dos 10% de reserva (os restantes 90% são pagos à chegada).

    Acessibilidades:
    Metro Santa Apolónia, linha azul até Marquês de Pombal; Marquês de Pombal trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

    Lisboa Central Hostel

    http://www.lisboacentralhostel.com/

    Preços: €21,00 a €30,00 – oferta de 10% de desconto para participantes no Congresso
    Capacidade: 26 camas

    Rua Rodrigues Sampaio, nº160, 2810-206 Lisboa
    tel/fax +351 309 881 038
    bookings@lisboacentralhostel.com
    global@lisboacentralhostel.com

    Obs.: A reserva deve ser feita por e-mail, mencionando participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7), para que seja confirmada a disponibilidade de quartos.

    Acessibilidades:
    Metro Marquês de Pombal, linha amarela – saída Entrecampos.

    Lisbon Calling Hostel

    http://www.lisboncalling.net/

    Preços: €18 para participantes (válido para 1-31 Setembro)
    Capacidade: 24 camas

    Rua de São Paulo nº 126, 3ºdireito, 1200 Lisboa
    tel +351 213432381
    info@lisboncalling.net

    Obs.: A reserva deve ser feita por e-mail, mencionando participação no 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos (CIEA7), para que seja confirmada a disponibilidade de quartos.

    Acessibilidades:
    Metro Cais do Sodré, linha verde até Campo Grande; Campo Grande trocar para linha amarela – saída Entrecampos.

    Mapa


    Ver CIEA7 Hotels & Hostels num mapa maior

    Informações Úteis

    Local

    O 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos decorrerá nas instalações do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Localize o ISCTE-IUL no Google Maps. O evento concentrar-se-á no Edifício II deste Instituto, acessível também a pessoas com mobilidade reduzida, estando equipado com elevadores, rampas de acesso e casas de banho apropriadas.

    Como chegar – transportes públicos

    Localizado no campus da Cidade Universitária de Lisboa, o ISCTE-IUL dispõe de diversos acessos e é servido pela rede de transportes públicos: Metro (saída na estação de Entrecampos), Autocarro (Carris - carreira número 54, 701 ou 732), Comboio (CP e Fertagus – estação de Entrecampos).

    Para facilitar a utilização destes transportes, pode adquirir um cartão 7 Colinas, Viva Viagem ou Lisboa Viva com a modalidade Zapping (válida na Carris, Metro e Transtejo/Soflusa), com um carregamento mínimo de 2€, que vai sendo descontado em cada viagem (média de 0,85€ por viagem).

    Quem escolheu os hotéis sugeridos, pode facilmente deslocar-se de Metro ou mesmo a pé, demorando entre 10 a 30 minutos a chegar ao local do evento.

    Equipa CIEA7

    Se precisar de assistência, peça apoio a um dos membros da organização ou a um dos nossos voluntários (identificáveis pelas T-shirts brancas com o logótipo do congresso). Também pode dirigir-se ao secretariado permanente, na recepção do átrio do 1º piso.

    Informática

    A organização disponibiliza acesso gratuito a computadores e internet na sala de informática D103, no 1º piso. Nesta sala existem 20 computadores com Internet em rede, mas sem wireless. Os congressistas terão de pedir a um voluntário para poderem entrar nesta sala.

    Dinheiro

    No piso 2 do Edifício II há uma caixa multibanco, onde pode levantar dinheiro.

    Telefones

    Para fazer telefonemas deve dirigir-se à Ala Autónoma do ISCTE-IUL, acessível a partir do 2º piso do Edifício II, e pedir indicações ao segurança.

    Primeiros Socorros

    Haverá um kit de primeiros socorros na recepção do piso 1, ao lado do secretariado permanente. Todo o pessoal de segurança do ISCTE-IUL tem formação em socorrismo.

    Local

    Localize o ISCTE-IUL no Google Maps.

    Instalações

    O 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos decorrerá nas instalações do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). O evento concentrar-se-á no Edifício II deste Instituto, acessível também a pessoas com mobilidade reduzida, estando equipado com elevadores, rampas de acesso e casas de banho apropriadas.

    Como chegar

    O CIEA7 vai decorrer nas instalações do ISCTE – IUL, localizado no campus da Cidade Universitária. Este local dispõe de diversos acessos e é servido pela rede de transportes públicos:

    Para facilitar a utilização destes transportes, pode adquirir um cartão 7 Colinas, Viva Viagem ou Lisboa Viva com a modalidade Zapping (válida na Carris, Metro e Transtejo/Soflusa) com um carregamento mínimo de 2€, que vai sendo descontado em cada viagem utilizada (média de 0,85€ por viagem).

    Para quem escolhe ficar nos hotéis sugeridos, pode facilmente deslocar-se de Metro ou mesmo a pé, demorando entre 10 a 30 minutos.

    De carro

    Quem chega de Espanha pela A6 (Caia – Marateca), deverá seguir pela A2. Posteriormente, seguir pelo troço IP7, Eixo Norte-Sul, e sair em direcção a Entrecampos/Areeiro, pela Avenida das Forças Armadas.

    Quem chega pela A1 (Porto - Lisboa), deverá seguir pela E01, direcção à E80/Lisboa, seguindo até à saída ao Eixo-Norte Sul, convergindo com o IP7. Sair na direcção de Entrecampos, e seguir a Avenida das Forças Armadas.

    Na saída do Aeroporto da Portela (Lisboa), deverá seguir pela rampa da E01 para o IC19/2º Circular. Depois convirja com o Eixo-Norte Sul/IP7. Sair na direcção Entrecampos, e convergir com a Avenida das Forças Armadas.

    Os parques de estacionamento em Lisboa são todos pagos, e em qualquer zona próxima do ISCTE-IUL existem parquímetros. A organização aconselha, para quem chega de carro, a utilização do parque de estacionamento da cidade universitária, sito nas traseiras do ISCTE-IUL, ou o parque de estacionamento da Avenida Álvaro Pais (PDF).

    Organização

    Comissão Organizadora

    Apoio à Comissão Organizadora

    Secretariado

    Voluntários

    Comissão Científica

    Comissão de Honra

    Oportunidades de Patrocínio

    A Comissão Organizadora do 7º Congresso Ibérico de Estudos Africanos oferece-lhe várias oportunidades para aumentar a visibilidade da sua instituição e dos seus produtos, junto de delegados de todo o mundo que estarão reunidos para partilhar o que de mais recente se tem trabalhado na área dos Estudos Africanos.

    Tipo
    Preço
    Folheto para inclusão no saco dos delegados
    (até 4 páginas)
    200,00€ + IVA
    Brochura para inclusão no saco dos delegados
    (até 25 páginas)
    350,00€ + IVA
    Anúncio no programa final (½ página)
    300,00€ + IVA
    Anúncio no programa final (página inteira)
    450,00€ + IVA
    Stand (roll up+banca) 0,35/1,25 metros 1.000,00€ + IVA
    Stand (roll up+banca) 2,10/1,50 metros 2.500,00€ + IVA
    Stand (roll up+banca) 3,00/2,50 metros 5.000,00€ + IVA

    Todos os patrocinadores com stand terão o seu logótipo incluído no site, no programa do Congresso e noutros materiais de divulgação.

    Os preços estão em euros, por unidade/serviço e incluem os serviços descritos. Os preços não incluem serviços de arte final, transporte, envio, tratamento personalizado ou qualquer outra despesa não mencionada.

    Para outras oportunidades de patrocínio, por favor contacte o secretariado do CIEA7: vii.congresso.estudos.africanos@gmail.com

    Patrocínios e Apoios

    Patrocínios

    casa africa cplp fcg
    fct imvf ipad

    Apoios

    adega de favaios aiic carris
    cml delta diese
    iscte luso

    Media Partner

    rtp

    Contactos

    CEA/ISCTE-IUL
    Av. das Forças Armadas
    Edifício ISCTE, Sala 2N17
    1649-026 Lisboa - Portugal

    Tel: +351 217 903 067
    Fax: +351 217 955 361
    URL: http://cea.iscte.pt
    Email: cea@iscte.pt

    Qualquer assunto relativo ao Congresso deve ser tratado com o Secretariado através deste endereço: vii.congresso.estudos.africanos@gmail.com